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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Carnaval?

Não fossem os noticiários, e o facto de os miúdos estarem de férias, e eu nem me apercebia que estamos no carnaval. Nunca foi uma época que eu gostasse, e mesmo quando era criança, o carnaval era-me totalmente indiferente. Entretanto, e com adoptar em força dos costumes carnaval do brasileiro, passei a ligar ainda menos. O samba, o pessoal descascado e toda aquela folia faz sentido lá, no Brasil, onde está um calor dos diabos e é tradição deles. Cá, acho uma parvoíce pegada e tenho imensa pena das miúdas que têm que sambar como se o mundo fosse acabar, não só para animar os foliões, mas também para espantar o frio que as deve atormentar. Acho alguma piada sim, à tradição portuguesa, aos cabeçudos e aos carros alegóricos, mas ainda assim, não é uma festividade que me convença. 
Talvez quando tiver um filho possa mudar de ideias, pois os miúdos mascarados ficam giros, mas mesmo assim, não estou crente numa conversão. Ou isso, ou assistir ao carnaval em Veneza, que para além de diferente, acho simplesmente deslumbrante.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Carnaváu, au, au.

Tenho lido alguns posts sobre o Carnaval e achei que também devia dizer algo sobre o assunto. Não gosto. Ressalvo no entanto que não tenho absolutamente nada contra quem gosta desta época, aliás, acho lindamente. Eu é que não ligo, aliás, não ligamos.

Esta questão, ao contrário do que se possa pensar, surgiu ainda quando criança e por motivos que nada têm de extraordinário. Quando era muito pequenina era a minha mãe que me mascarava (tenho que admitir que tenho para lá fotos que são uma ternura), até ao ano em que pura e simplesmente declarei que não me queria mascarar porque estava um frio dos diabos e porque não queria ficar com a cara suja! Como a minha mãe nunca teve paciência para "cenas", despiu-me o fato e a questão ficou encerrada.

Ainda assim, continuei ir durante mais uns anitos com os meus pais ver os desfiles, porque sempre achei muita graça aos carros alegóricos mas a coisa também não durou muito. De repente, os carros satíricos começaram a ser enfeitados não com paródias sociais e políticas nacionais, mas sim com as mesmas senhoras descascadas que sambavam  no Brasil, com a diferença que ali tinham que sambar muito mais para não morrerem de hipotermia. Com a chegada da adolescência os meus pais deixaram de ir porque a minha infância tinha chegado ao fim. Entretanto com o passar dos anos o interesse foi-se perdendo e hoje em dia é mesmo zero.

Ficou um sonho de criança, gostava de um dia poder assistir ao Carnaval em Veneza que sempre achei lindo. Tenho cá um palpite que me diz que se devem tirar umas óptimas fotos.