Dalí e Eu, de Stan Lauryssens, é uma história verídica e também incrivelmente polémica, pois o autor, um ex-negociador de arte, afirma que metade dos quadros de Dalí são falsos. Neste momento vou a meio da história e com os cabelos em pé. Quando chegar ao fim, deixo aqui, como é habitual, a minha opinião.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
O que se tem lido por cá.
Da última vez que aqui falei de leituras tinha iniciado o Anjo Branco do José Rodrigues dos Santos que entretanto acabei de ler e adorei.
A história é simplesmente fascinante e acima de tudo esclarecedora para quem como eu não viveu antes do 25 de Abril e não conheceu o Portugal de então. Escusado será dizer que fiquei ainda com mais vontade de conhecer África e que fiquei também fã do autor de tão fantástico livro e que quero ler mais obras dele.
Entretanto li outros livros que e aproveito para partilhar e opinar:).
Kafa à beira-mar é sem dúvida uma das mais intrigantes e geniais obras que já tive oportunidade de ler não só devido à riqueza e complexidade da história, mas também, e acima de tudo, devido à subtileza da escrita que tão depressa nos arrebata para um mundo extraordinário e alucinado, como nos acalma e nos faz viajar ao mais profundo e íntimo do nosso próprio ser. Quem já leu Haruki Murakami sabe do que estou a falar pois entrar no mundo Murakami é por si só uma experiência que recomendo vivamente que quem gosta de ler.
Por último, mas sem desmerecimento algum, trago José Saramago e a obra dele que mais gostei de ler até agora. Com uma escrita muito diferente daquela a que nos habituou, Clarabóia é uma história simples, contada de forma simples, no entanto repleta de pormenores e de personagens ricas com problemas e vivências reais. Gostei muito.
Local:
Lisboa, Portugal
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Livro do Momento #1.
Viveu na estante do meu quarto desde que me foi oferecido no último Natal, até ontem à noite. Confesso que na altura, quando vi de que livro se tratava, não fiquei propriamente entusiasmada, o que de certa forma, terá contribuído para que tenha ficado em lista de espera durante tanto tempo.
Admito que não sou muito apreciadora e consequentemente grande consumidora de literatura portuguesa contemporânea, no entanto, já há algum tempo que a obra do José Rodrigues dos Santos me chama a atenção. Uma vez que estava sem livro para ler, e visto que o tinha cá em casa, lá me decidi e iniciei ontem a sua leitura. Como já era tarde, li apenas o primeiro capítulo. Não desgostei.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
As Cinquenta Sombras de Grey. Done.
Já está! Acabei de o ler ontem, por volta das 6 da tarde e já está arrumado na estante, na secção dos lidos.
Tal como disse anteriormente, este livro não é de todo dos melhores que eu já li, nem ficará certamente na lista dos meus preferidos, mas entra sem qualquer sombra de dúvida para o top dos mais viciantes.
Não é que a história seja má, não é que esteja mal contada, antes pelo contrário, mas eu sou mais dada a outro tipo de ficção, a histórias mais densas, a enredos inflamados e épicos que de tão intensos, são quase febris.
No entanto, e como nem só de pão vive o homem, de vez em quando, gosto de fazer incursões por outro tipo de escrita, mais light, com um tipo de discurso corrido e simples, que não obriga a pensamentos profundos e deambulações metafísicas.
As Cinquenta Sombras de Grey é um desses casos. Este livro, primeiro de uma trilogia, é na minha opinião um grande produto de marketing que foi escrito para ser um best seller, e por isso, peca pela falta de conteúdo, pela falta de originalidade e criatividade, ou seja, não me fez "viajar". A história sente-se enquanto está a ser lida, mas depois de o livro estar na prateleira, perde-se o elo, a ligação.
Ainda assim, quero muito ler os que se lhe seguem, que mais não seja para saber com vai terminar esta saga erótica que tanto está a dar que falar.
Local:
Lisboa, Portugal
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Eu, besta me assumo.
É verdade, eu sou uma besta e assumo. Aliás, sempre fui, sou e serei mas passo a explicar.
No que diz respeito à mui nobre actividade da leitura que tanto me apraz, eu, sou uma besta descontrolada e desregrada pois leio durante horas a fio e não quero saber de nada nem de ninguém.
Não me lembro de comer, de dormir, de ir ao wc. A casa bem podia arder, o telefone ou a campainha podem tocar que eu nem me mexo. Nada!
Uma vez inebriada pelo seu encanto, mergulho nesse universo e só paro, exausta, quando me encontro na última página. E digo exausta porque o meu ritmo de leitura é completamente alucinante. Sou capaz de ler o maior dos calhamaços em muito pouco tempo. Exemplo disso é o Código Da Vinci que li numa viagem de autocarro, Lisboa - Serra da Estrela (aproximadamente 5 horas), deixando apenas 90 páginas, que acabei assim que pus os pés em casa. Parece mentira mas é verdade. E não há cá trafulhices, nada de leituras na diagonal. Eu sou uma devoradora compulsiva de livros e só não faço mais isto porque nem sempre é possível, porque há horários, e porque tenho que perceber que já não vivo sozinha. No entanto, agora que estou em casa sem trabalhar posso estar à vontade.
Já agora, estou a ler As Cinquenta Sombras de Grey de E.L. James. Comecei ontem à noite e já vou a mais de metade. Não é de todo o melhor livro que eu já li, mas é sem dúvida um dos mais viciantes. Quando terminar, daqui por poucas horas, passo por aqui a dar-vos feedback.
Local:
Lisboa, Portugal
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