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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

E no segundo dia do ano...

.... nada melhor que fazer um raid a todos os sites de emprego e desatar a enviar cv's para tudo quanto é sítio. Com um bocadinho de sorte pode ser que algum pegue, afinal de contas, água mole em pedra dura tanto dá até que fura, certo?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Hoje.

Estou com um mau humor que vai daqui até à China. Há dias assim, em que o que me pesa bate com mais força e esta m*rda de estar desempregada hoje está-me a dar a volta à cuca. 
O que mais que custa é que ultimamente, talvez pela chegada eminente do Natal, ando cada vez mais em baixo... Resta-me pensar que amanhã é outro dia e que a esperança é a última a morrer.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia de Greve.

Hoje bem que gostaria de vir aqui escrever um post a vociferar por causa dos efeitos da greve na minha rotina diária, mas infelizmente, tal não vai acontecer.
Estou desempregada, a estudar, e como tal, o dia está a ser passado em casa, à volta das habituais tarefas domésticas, do estudo e da minha já estóica procura por um emprego.
No entanto, coloco-me uma questão, se estivesse a trabalhar, faria greve? Ora vejamos.
Se por um lado concordo com todos os motivos e mais alguns para se fazer esta, e outras possíveis greves,  por outro, teria que contabilizar outros factores como por exemplo, o impacto que um dia a menos trabalhado iria ter no meu ordenado, pois o dinheiro está cada vez mais caro e raro. 
Outra questão a considerar seria, como chegar a Lisboa?
Visto que o sector dos transportes é o que mais adere às paralisações, teria que ir de carro, o que seria sem dúvida uma experiência do Inferno. Tentar entrar de carro em Lisboa em dias de greve, significa: saber de antemão que há 70% de probabilidade de se chegar atrasado ao trabalho, ter paciência de santo para sobreviver ao trânsito de ida e volta, ter muita fé em conseguir arranjar lugar para estacionar o carro e saber que se o que se vai gastar em combustível daria para uma semana inteira de viagens.
No fim de tudo isto, e sem conclusão à vista, resta-me dizer que preferia mil vezes estar a ralar-me com estas questões do que estar apenas a teorizar sobre elas.