Andava ansiosa para ver o filme inspirado na obra de Leo Tolstoi mas fiquei francamente desiludida. Adorei a história mas em contrapartida não gostei do filme nem das interpretações dos principais actores. Resultado: duas horas de seca inqualificável e uma vontade enorme de ler o livro.
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Um filme jeitoso #4.
Ver este filme foi, para mim, uma espécie de dois em um. Primeiro, porque o Django serviu para abrir o ciclo dos filmes candidatos aos Oscars 2013. No dia a seguir vi o Zero Dark Thirty (sobre a captura do Bin Laden) e deixei-me dormir.
Segundo, porque há que tempos que não via um filme, de tão absorvida que ando com as séries, mas um Tarantino é um Tarantino, por isso nem houve questão e lá quebrei o enguiço. O filme é, na minha opinião, excelente como aliás todos os outros por ele realizados, mas enfim, eu sou suspeita porque sou fã. No entanto, mesmo para quem não é apreciador, acho que vale a pena ver.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
E se o mundo acabasse daqui a 3 semanas?
Eu, que não gosto da Keira nem barrada com marmelada, admito que gostei imenso de a ver neste filme ao lado do Steve Carell de quem sou assumidamente fã.
Até Que o Fim do Mundo nos Separe, título em português, é um filme excelente, e que como todos os bons filmes, na minha opinião, tem uma história aparentemente simples mas que na verdade é bastante complexa.
Em resumo, a história começa com a notícia de que um asteróide acaba de atingir a Terra e tudo o que se conhece desaparecerá dentro de 3 semanas. A partir daí, assistimos ao interagir de duas personagens, que aparentemente nada têm a ver uma com a outra, mas com o desenrolar dos acontecimentos tudo se vai alterando até culminar num final surpreendente.
Este é um filme que recomendo vivamente a quem gosta não só de histórias alternativas, mas também de fantasiar um pouco, de se colocar na pele das personagens e tentar criar hipóteses para o cenário apresentado.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Um filme jeitoso #1.
Ora aqui está um filme muito jeitoso para se passar o serão. Gostei bastante da história e dos seus twists, do desempenho geral dos actores e das personagens, no entanto, tiro o chapéu à Salmita que apesar de já não ser nova continua muy bonita.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Cinema para desanuviar.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Anda tudo doido.
Ainda ontem falei aqui sobre as declarações da Isabel Jonet e sobre a polémica que têm estado a causar. Nunca imaginei foi que entretanto se levantasse uma onda de indignação tal, a ponto de já existirem duas petições a circular pela net a exigirem que ela se demita do cargo de presidente do Banco Alimentar.
Mas anda tudo doido ou quê?! Ela por acaso está a dizer alguma mentira?
O que me parece é que esta crise, para além de estar a dar a volta ao miolo a muita gente está também a retirar-lhes capacidade auditiva e também de raciocínio. Ok que talvez ela não se tenha expressado da melhor forma, ok que toda a gente anda mais susceptível devido aos tempos de crise que se vivem, mas daí a recuarmos no tempo e abrirem uma caça às bruxas parece-me um bocadinho demais.
Preocupem-se com outras coisas, com os políticos que estão no governo e que impunemente tomam medidas que só nos prejudicam, com o desemprego que todos os dias é maior, com o número crescente de pessoas a dormirem na rua, com o número de casas que todos os dias são entregues aos bancos e não com alguém que teve um discurso assertivo ainda que com tiradas infelizes, mas que mata a fome a muita gente há 20 anos.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Polémica.
Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, esteve recentemente na Edição da Noite, um programa da SIC Notícias e, a propósito da actual estado de crise que se vive em Portugal, proferiu algumas declarações que estão a causar bastante polémica.
Entre elas está esta, que é a que está a causa mais celeuma e que passo desde já a citar: "Temos todos de empobrecer e muito. Empobrecimento na perspectiva de regressar ao que é mais básico. Não ter expectativas de que podemos viver com mais do que necessitamos, pois não há dinheiro para isso".
Confesso que ao ler tais afirmações, ainda que descontextualizadas, fiquei um pouco chocada pois a situação não está fácil para ninguém ainda mais para quem está desempregado e tem família para sustentar. No entanto, depois de ter visto o vídeo na totalidade, percebi o que ela quis dizer e até concordo com alguns dos seus pontos de vista, pois há muita gente a viver acima das suas possibilidades, porém, acho que a forma como se expressou não foi a mais feliz. Além disso, os exemplos que usou também não foram os melhores, especialmente o da alimentação, mais propriamente o exemplo dos bifes, pois como ela devia saber, devido ao cargo que ocupa, muita gente chega a meio do mês e não tem comida para pôr em cima da mesa.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Halloween.
Apesar de não ser uma entusiasta do Halloween, pois não é uma tradição Portuguesa, confesso que lhe acho alguma piada, especialmente à forma como é vivido noutros países. As decorações são giras e as abóboras, esta em particular, são o máximo. Ainda assim não me convence e por aqui não se comemora. E vocês? Gostam ou nem por isso?
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
O que se tem lido por cá.
Da última vez que aqui falei de leituras tinha iniciado o Anjo Branco do José Rodrigues dos Santos que entretanto acabei de ler e adorei.
A história é simplesmente fascinante e acima de tudo esclarecedora para quem como eu não viveu antes do 25 de Abril e não conheceu o Portugal de então. Escusado será dizer que fiquei ainda com mais vontade de conhecer África e que fiquei também fã do autor de tão fantástico livro e que quero ler mais obras dele.
Entretanto li outros livros que e aproveito para partilhar e opinar:).
Kafa à beira-mar é sem dúvida uma das mais intrigantes e geniais obras que já tive oportunidade de ler não só devido à riqueza e complexidade da história, mas também, e acima de tudo, devido à subtileza da escrita que tão depressa nos arrebata para um mundo extraordinário e alucinado, como nos acalma e nos faz viajar ao mais profundo e íntimo do nosso próprio ser. Quem já leu Haruki Murakami sabe do que estou a falar pois entrar no mundo Murakami é por si só uma experiência que recomendo vivamente que quem gosta de ler.
Por último, mas sem desmerecimento algum, trago José Saramago e a obra dele que mais gostei de ler até agora. Com uma escrita muito diferente daquela a que nos habituou, Clarabóia é uma história simples, contada de forma simples, no entanto repleta de pormenores e de personagens ricas com problemas e vivências reais. Gostei muito.
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Fui ver.
Durante as férias fui ver o Batman - The Dark Knight Rises e ADOREI. Acreditem que se os bilhetes de cinema não fossem tão caros, acho que já tinha ido ver outra vez. Sou absolutamente fã desta abordagem do Christopher Nolan, mais dark, e ter o Christian Bale no papel principal, de quem sou fã desde o Império do Sol, é um bónus, pois para mim, Bale é e será O Batman. Quanto ao filme em si, é brutal. É na minha opinião e sem qualquer dúvida o melhor da trilogia por vários motivos no entanto, sou obrigada a destacar três.
Em primeiro lugar, a história está muito bem construída e as personagens são muito consistentes. Apesar de antes de ir ver o filme estar com algum receio do desempenho Anne Hathaway, a mulher está irrepreensível e uma brasa no papel de Catwoman. Em segundo, destaco o twist final que é simultaneamente diabólico e genial e que me conseguiu deixar de boca aberta, com o coração aos pulos até ao final.
Em terceiro, e pronto aqui é um ponto fraco porque gosto muito do Tom Hardy desde o Warrior, o vilão - Bane. Este é o primeiro vilão dos filmes do Batman que foi capaz de me provocar medo genuíno, terror e ao mesmo tempo pena. Tom Hardy interpreta este papel genialmente, cola-se ao papel na perfeição e consegue com esta interpretação afastar-se completamente daquela imagem de actor predestinado a filmes de pancadaria devido ao seu enorme caparro. O homem é mesmo bom actor e pronto, é giro que farta e tem um british accent que eu gosto muito.
Em terceiro, e pronto aqui é um ponto fraco porque gosto muito do Tom Hardy desde o Warrior, o vilão - Bane. Este é o primeiro vilão dos filmes do Batman que foi capaz de me provocar medo genuíno, terror e ao mesmo tempo pena. Tom Hardy interpreta este papel genialmente, cola-se ao papel na perfeição e consegue com esta interpretação afastar-se completamente daquela imagem de actor predestinado a filmes de pancadaria devido ao seu enorme caparro. O homem é mesmo bom actor e pronto, é giro que farta e tem um british accent que eu gosto muito.
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
O Lauro António que há em mim #8.
A saber:
Precious - Excelente. Apesar de ser uma vergonha, admito, eu nunca tinha visto este fantástico filme de 2009.Com uma classificação de 7.4 no IMDB que eu considero pobre, este filme é, não só digno de ser visto, mas também, de se pensar um pouco sobre ele e acima de tudo, sobre as questões morais e sociais que levanta.
Precious podia ser uma miúda como outra qualquer, no entanto não o é. Abusada física e psicologicamente pela mãe e pelo pai, torna-se mãe adolescente, não vai à escola, não tem amigos, e vive num ambiente horrível. Ainda assim, Precious não perde a capacidade de sonhar que terá uma vida melhor e quando pela primeira vez na vida lhe surge uma réstia de esperança, Precious ganha a coragem que sempre lhe faltou para tentar dar uma volta à sua vida que mais uma vez lhe vai pregar uma rasteira. Vale muito a pena ver.
21 Jump Street - Muito bom. Confesso que de início não estava com muita vontade de ver o filme, pois actualmente não consigo encontrar uma comédia que me faça partir o coco a rir, mas acabei por ceder e vi. Foi a melhor coisa que podia ter feito. O filme é hilariante! Com um rating de 7.3 no IMDB, que é merecido, este filme conta a história de dois amigos que se tornam polícias mas que por serem um pouco palermas, acabam por ser infiltrados numa escola secundária com a finalidade de descobrir a origem do tráfico de uma nova droga sintética. Os dois actores principais estão muito bem, mas dou principal destaque ao Jonah Hill, que aliás, já desempenhou um papel fantástico em Moneyball. Recomendo.
Get The Gringo - Muito bom. Filme em que entre o Mel Gibson, a Lizzie tem que ver. Sou fã do Mel desde sempre e os seus filmes, tanto nos que entra como actor como nos que realiza, nunca me deixam ficar mal e Get the Gringo foi prova disso.O IMDB classifica-o com um 7.2 e eu concordo, pois tem uma história cativante com alguns apontamentos de comédia e suspense pelo meio. Este filme conta história de um assaltante que sendo detido entre a fronteira dos EUA com o México, acaba por ser levado para o México para cumprir pena. O ambiente não podia ser mais diferente do que o que é vivido nas penitenciárias dos Estados Unidos, e como tal, ele vai ter que aprender não só a sobreviver, como arranjar maneira de sair dali e salvar uma criança que é mantida em cativeiro apenas com o intuito de ser dador de órgãos. Recomendo vivamente.
The Blind Side - Excelente. Mais um filme de 2009 que me passou completamente ao lado mas que é de uma qualidade irrepreensível. Muito honestamente, acho que este é o papel da vida da Sandra Bullock. The Blind Side tem um rating de 7.6 no IMDB, mas eu dava-lhe mais.Este filme, cuja acção decorre numa América sulista ainda extremamente preconceituosa, conta a história de um rapaz negro, praticamente sem abrigo, e aparentemente com fracas capacidades intelectuais, que a certa altura se cruza com a mulher da alta sociedade sulista a qual, irá para sempre mudar a sua vida. Um filme comovente e brilhante. Adorei!
The Elephant in the Living Room - Excelente, fantástico. E desta forma, chego ao último título da minha lista para hoje, o qual passo a indicar desde já, que não se trata de um filme, mas sim de um documentário e que devido ao conteúdo, não é de todo apropriado para pessoas mais sensíveis.
The Elephant in the Living Room, de 2010, e que conta com um rating de 7.4 no IMDB, explora brilhantemente os dois lados de uma mesma questão que muita tinta tem feito correr, em especial nos EUA.A polémica, gira em torno de uma subcultura em franca expansão, que defende que animais exóticos e selvagens podem perfeitamente ser animais de estimação e, obviamente, sobre os seus opositores, que defendem que os animais selvagens devem estar no seu habitat natural e não junto dos humanos, onde podem representar um perigo iminente.
Inicialmente não tinha opinião, mas depois de ter visto o documentário e ponderado sobre a questão, assumo-me completamente contra esta situação, pois há imensa gente a facturar milhões de dólares isto, os traficantes de animais, e porque as pessoas que os adoptam, não tendo a menor noção de como lidar com eles, põem a vida deles em risco, a de terceiros, e a dos próprios animais, que na maior parte dos casos acabam por viver em condições deploráveis, chegando mesmo a morrer ou a ter que ser abatidos.
Este, é um documentário muito real, intenso e que me chocou imenso, no entanto, voltaria a vê-lo de novo precisamente pela sua qualidade e pela forma isenta como está construído.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
As Cinquenta Sombras de Grey. Done.
Já está! Acabei de o ler ontem, por volta das 6 da tarde e já está arrumado na estante, na secção dos lidos.
Tal como disse anteriormente, este livro não é de todo dos melhores que eu já li, nem ficará certamente na lista dos meus preferidos, mas entra sem qualquer sombra de dúvida para o top dos mais viciantes.
Não é que a história seja má, não é que esteja mal contada, antes pelo contrário, mas eu sou mais dada a outro tipo de ficção, a histórias mais densas, a enredos inflamados e épicos que de tão intensos, são quase febris.
No entanto, e como nem só de pão vive o homem, de vez em quando, gosto de fazer incursões por outro tipo de escrita, mais light, com um tipo de discurso corrido e simples, que não obriga a pensamentos profundos e deambulações metafísicas.
As Cinquenta Sombras de Grey é um desses casos. Este livro, primeiro de uma trilogia, é na minha opinião um grande produto de marketing que foi escrito para ser um best seller, e por isso, peca pela falta de conteúdo, pela falta de originalidade e criatividade, ou seja, não me fez "viajar". A história sente-se enquanto está a ser lida, mas depois de o livro estar na prateleira, perde-se o elo, a ligação.
Ainda assim, quero muito ler os que se lhe seguem, que mais não seja para saber com vai terminar esta saga erótica que tanto está a dar que falar.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
O Lauro António que há em mim #7
Isto de filmes por aqui continua fracote. Levando em conta que houve épocas que honey e eu chegámos a ver três por noite aos fins de semana, a questão cinema connosco, anda mesmo pelas ruas da amargura.
Desde a última crónica cinematográfica - adoro dizer isto, parece que percebo muito do assunto - vi estes que compilei, e passo a apresentar:
Copying Beethoven - Razoável. Este filme é de 2006 e eu andava mortinha para o ver. Confesso que esperava mais, um cenário mais rude, mais à época, pois afinal de contas, uma mulher a corrigir o grande mestre não devia ser assim muito usual, mas enfim. Num balanço geral gostei do filme, até do Ed Harris, moço com o qual eu não vou muito à bola.
De 2009, este filme que tem um rating do caraças no IMDB e que honey adorou, conta a história de um fulano que é judeu, é professor, é cornudo e um palerma. Não gostei e achei uma seca.
Anonymous - Muito Bom. Anónimo é um filme de 2011 que conta com a presença de bons actores, a maior parte deles desconhecidos do público mas que para mim não faz qualquer diferença. Quanto à história é bestial, defende uma teoria que, na verdade quem escreve os famosos textos de Shakespeare, não é o próprio, mas sim Edward De Vere (representado pelo Rhys Ifans), Duque de Oxford que devido à sua condição nobre é forçado a manter-se no anonimato. Recomendo vivamente.
Mirror Mirror - Mediano. Deste ano, 2012, este Espelho Meu que conta a história da Branca de Neve, sai no mesmo ano que Snow White and the Huntsman, que vai contar exactamente a mesma história, só que de outra perspectiva. Não faço ideia de qual será melhor, pois o outro tem aquela palerma do Twilight que parece que não come há 3 anos, mas tem a Charlize Theron.
Este, por outro lado tem a Julia, que apesar de tudo, não está no seu melhor. Mirror Mirror, que tem apontamentos giros, acaba por ser um pouco longo e infantil sem no entanto ser direccionado para as crianças. Estranho.
Hysteria - Muito muito bom. Este filme de 2011 que me passou completamente despercebido é fantástico e merecia ter tido outro tipo de destaque. O IMDB dá-lhe um 6.7, e eu dou-lhe mais, porque merece! Apesar de ter boas prestações de actores como Maggie Gyllenhaal, Hugh Dancy e Jonathan Pryce, o que faz o filme ser tão bom é a abordagem sem preconceitos à questão da sexualidade feminina e o processo que conduz à criação do primeiro vibrador da história.
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
O Lauro António que há em mim #6
Tenho andado super preguiçosa, sem tempo e até mesmo com pouca vontade para fazer aquilo que eu mais gosto: devorar filmes. Ainda assim consegui reunir uns quantos que vimos nas últimas semanas.
A nível de quantidade nada de especial, em comparação com épocas outrora gloriosas, mas em qualidade foram na sua maior parte grandes escolhas.
Closer - Gostei. Apesar de já não ser um filme recente, nunca o tinha visto.
De uma maneira geral gostei. Boas interpretações da Julia Roberts, que foge ao habitual das comédias românticas, e também da Natalie Portman.
Shame - Gostei. É um filme muito diferente do habitual mas muito bom, muito real. Prova disso foi que houve alturas em que me chegou a provocar asco. Creio que nunca tinha visto um filme tão realista e com uma visão tão crua sobre o que é a dependência do sexo.
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sábado, 12 de maio de 2012
Quem é que já foi ver?
Nós fomos hoje ver Dark Shadows e eu adorei. Confesso que estava um pouco receosa de ficar defraudada pois as expectativas eram elevadas, mas nada disso.
A história é gira. Muito embora o tema seja o super actual mundo vampírico, tem o toque inconfundível do Tim Burton e como tal é diferente do que por aí se apresenta.
A banda sonora é o máximo. Uma vez que a acção decorre em 1972, as músicas que se vão ouvindo durante o filme são as dessa época. Exemplo disso, é a música de abertura, o clássico Nights in White Satin.
Quanto ao elenco também cumpre com o que se pretende. O Johnny está irrepreensível, como sempre, e as prestações da Eva Green e da Michelle Pfeifer também estão muito boas.
Quanto ao elenco também cumpre com o que se pretende. O Johnny está irrepreensível, como sempre, e as prestações da Eva Green e da Michelle Pfeifer também estão muito boas.
Resta-me dizer que o dvd, quando sair, vem morar cá para casa :).
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A propósito do dia de hoje.
Nunca gostei de amores melados. Aborrecem-me. Falta-lhes o sal, a chama.
Gosto de histórias intensas, inflamadas. Gosto do que é difícil pelo prazer da conquista. Se há amores que me inspiram este é sem dúvida um deles. Para quem não conhece a história pode sempre ver o filme, "Walk The Line". Sou fã.
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
About Valentine's Day
Não gosto. Nunca gostei e pelo andamento da carruagem, nunca vou gostar. Quando estava sozinha não gostava, mas achava que a culpa era de algum génio mau, verde e invejoso que habitava dentro de mim. Mais tarde, e já com a minha cara metade, percebi que não era por estar sozinha, era por não gostar mesmo.
Eis os motivos pelos quais não gosto:
- a obrigatoriedade de se oferecer um presente. Não gosto desta pressão consumista. Eu dou presentes quando quero, quando posso e não quando os outros me mandam.
- está implícito que nesse dia tem que se ir jantar fora e receber/oferecer flores. Ora bem, os restaurantes estão à pinha e eu sou alérgica à maior parte das flores....
- as montras das loja sofrem um surto de varicela decorativa em forma de coração. Odeio. Detesto mesmo.
- os anúncios na televisão tornam-se repetitivos até à exaustão. Ontem, num espaço de 15 minutos o novo relógio da Swatch apareceu 4 vezes.
- o dia de São Valentim fala inglês e vem dos EUA. Este tipo de celebração não me assiste mesmo. Para meu horror e à semelhança do que aconteceu com este dia já se começa a implementar o Halloween que eu abomino.
O dia de São Valentim devia ser o que é, uma comemoração do dia dos namorados. Um dia para se celebrar o amor e não mais um rombo no cartão de crédito.
Cá em casa, de uma maneira ou de outra, todos os dias se celebra o amor e amanhã não será excepção.
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Hoje não flui....

Hoje levantei-me com intenção de prosseguir com a terapia de escrita mas não dá.
Estou pelos cabelos com a vinda do Papa a Portugal.
Já não consigo ouvir falar no Ratzinger ou Bento XVI como queiram!
Eu não gosto do homem de maneira nenhuma. É só de mim ou ele tem um ar demoníaco?
Nossa Senhora.
Não sei se ele é mais parecido com o Lurch da Família Addams ou com o Yoda do Star Wars... Adiante.
Se o nosso País estivesse economicamente estável eu até tolerava o gasto absurdo que está a ser feito devido ao senhor vestido de branco mas dada a actual situação económica até parece gozo!Não é fantástico o Vaticano ser um dos Estados mais ricos do mundo e sermos nós, os contribuintes Portugueses a pagar esta fantochada?!
O microfone que sua Santidade vai usar para proferir a missa às 18 horas no Terreiro do Paço foi folheado a ouro propositadamente para a ocasião.
A cadeira para sua santidade acomodar o seu divino traseiro foi feita especialmente em Paços de Ferreira! Espectacular!
Só falta noticiarem que à noite, o Papa será banhado nos seus aposentos forrados a madrepérola, especialmente construídos para esta ocasião, por anões virgens albinos das montanhas do Tibete!!!!!
Espero que o povo tenha a noção que esta vinda à Tugalândia só se deve à actual controvérsia instalada mundialmente devidos aos devaneios sexuais de padres pedófilos.
É o que dá, na minha opinião, a Igreja manter o voto infeliz e hipócrita de que os padres não podem casar.
Meus amigos, ou deixam os padres casar, ou então estes abusos vão continuar. Por muito crentes e convictos que os mandatários de Deus sejam da sua Fé, não deixam de ser homens de carne e osso com sangue a pulsar nas veias e muito desejo sexual reprimido.
É que tanto quanto eu sei, quando são ordenados Padres ninguém os manda castrar por isso aguentem-se as consequências.
Só a vinda a Portugal é capaz de serenar os ânimos já que os Tugas são dados à boa paz e Nossa Sra de Fátima também dá uma ajudinha.
O que vinha mesmo a calhar era dispararem uns tirinhos para o Sr. passar instantaneamente de lobo mau a mártir num ápice. Com um bocado de sorte ainda se alterava o cenário actual!
Estou a imaginar os títulos dos jornais: "Após investigações, afinal foram as crianças, tomadas irracionalmente pela fugosidade das hormonas juvenis, que violaram os padres!"
Mas enfim... Já chega de escárnio e maldizer porque como diz o ditado: "Ainda só agora a procissão vai no adro!".
É que ainda faltam uns dias para ele voltar à sua humilde casa e poder relaxar desta actividade intensa na capela Sistina a contemplar os frescos de Miguel Ângelo.
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