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domingo, 28 de outubro de 2012

Filme da tarde #1.

A primeira vez que tive contacto com o Monte dos Vendavais foi em 1998 pois era uma obra de leitura obrigatória para a cadeira de Introdução aos Estudos Literários. Li e adorei. Fiquei tão fascinada com a história que quis ler mais obras da autora, Emily Bronte. Azar o meu quando descobri que este foi o único livro dela alguma vez publicado. Ainda assim foi o bastante para a imortalizar e colocá-la a par de outros grande nomes da Literatura, como por exemplo a mana Charlotte.
Entretanto, tenho visto vários filmes adaptados do livro, inclusivamente o último que até já ganhou prémios, e tenho a dizer que foram todos uma bela seca (para não dizer uma bela bosta). Até hoje, pois Honey descobriu este filme produzido especialmente para a televisão, conseguiu por artes mágicas trazê-lo até mim e digo-vos que é um espectáculo. 
Finalmente foi feito um filme com pés e cabeça e que faz efectivamente justiça ao livro. Todos os pormenores são contemplados mas sem se tornar  numa seca épica como são os outros. 
Outra coisa, o Tom Hardy, de quem sou assumidamente fã desde o filme Warrior, está irrepreensível no papel de Heathcliff, demonstrando mais uma vez que sabe mesmo representar. Nicely done :).

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Um filme fantástico.


Amigos Improváveis, é um filme baseado numa história verídica e é sem qualquer sombra de dúvida um must see. Este filme conta a história de, tal como o nome indica, uma amizade improvável, que pela sua genuinidade, mudará para sempre as vidas dos seus intervenientes. 
Um filme comovente, feliz e genuíno que nos faz acreditar que está ao nosso alcance construirmos um  mundo melhor.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Carnaváu, au, au.

Tenho lido alguns posts sobre o Carnaval e achei que também devia dizer algo sobre o assunto. Não gosto. Ressalvo no entanto que não tenho absolutamente nada contra quem gosta desta época, aliás, acho lindamente. Eu é que não ligo, aliás, não ligamos.

Esta questão, ao contrário do que se possa pensar, surgiu ainda quando criança e por motivos que nada têm de extraordinário. Quando era muito pequenina era a minha mãe que me mascarava (tenho que admitir que tenho para lá fotos que são uma ternura), até ao ano em que pura e simplesmente declarei que não me queria mascarar porque estava um frio dos diabos e porque não queria ficar com a cara suja! Como a minha mãe nunca teve paciência para "cenas", despiu-me o fato e a questão ficou encerrada.

Ainda assim, continuei ir durante mais uns anitos com os meus pais ver os desfiles, porque sempre achei muita graça aos carros alegóricos mas a coisa também não durou muito. De repente, os carros satíricos começaram a ser enfeitados não com paródias sociais e políticas nacionais, mas sim com as mesmas senhoras descascadas que sambavam  no Brasil, com a diferença que ali tinham que sambar muito mais para não morrerem de hipotermia. Com a chegada da adolescência os meus pais deixaram de ir porque a minha infância tinha chegado ao fim. Entretanto com o passar dos anos o interesse foi-se perdendo e hoje em dia é mesmo zero.

Ficou um sonho de criança, gostava de um dia poder assistir ao Carnaval em Veneza que sempre achei lindo. Tenho cá um palpite que me diz que se devem tirar umas óptimas fotos.