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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Raios partam as greves do metro.


Se fossem só de vez em quando eu até me calava, mas practicamente mês sim mês sim lá se lembram de andar nisto e desgraçados dos que sofrem as consequências.
Atenção que eu não sou anti greve. Acredito que vivemos (ainda) num país livre e no qual todo o cidadão tem o direito de se expressar, de reivindicar os seus direitos, nomeadamente exercer o direito à greve. 
Na questão dos trabalhadores do Metro, acho que já nem eles próprios sabem porque reclamam nem quem na verdade estão a prejudicar. 
Eu só sei é que nestes dias quem tem passe pago fica a arder, quem tem que se deslocar de carro é o caos, entre filas horrorosas e gasolina a queimar e que, seja lá o que for que eles querem fica na mesma e provavelmente para o mês que vem há mais.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia de Greve.

Hoje bem que gostaria de vir aqui escrever um post a vociferar por causa dos efeitos da greve na minha rotina diária, mas infelizmente, tal não vai acontecer.
Estou desempregada, a estudar, e como tal, o dia está a ser passado em casa, à volta das habituais tarefas domésticas, do estudo e da minha já estóica procura por um emprego.
No entanto, coloco-me uma questão, se estivesse a trabalhar, faria greve? Ora vejamos.
Se por um lado concordo com todos os motivos e mais alguns para se fazer esta, e outras possíveis greves,  por outro, teria que contabilizar outros factores como por exemplo, o impacto que um dia a menos trabalhado iria ter no meu ordenado, pois o dinheiro está cada vez mais caro e raro. 
Outra questão a considerar seria, como chegar a Lisboa?
Visto que o sector dos transportes é o que mais adere às paralisações, teria que ir de carro, o que seria sem dúvida uma experiência do Inferno. Tentar entrar de carro em Lisboa em dias de greve, significa: saber de antemão que há 70% de probabilidade de se chegar atrasado ao trabalho, ter paciência de santo para sobreviver ao trânsito de ida e volta, ter muita fé em conseguir arranjar lugar para estacionar o carro e saber que se o que se vai gastar em combustível daria para uma semana inteira de viagens.
No fim de tudo isto, e sem conclusão à vista, resta-me dizer que preferia mil vezes estar a ralar-me com estas questões do que estar apenas a teorizar sobre elas.